segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Os golos da jornada
Fonte: Youtube
João Alves (Guimarães)
http://www.myspace.com/video/vid/107329729#pm_cmp=vid_OEV_P_P
Fonte: Myspace
Freddy Guarín (FC Porto)
Fonte: Youtube
Hulk (FC Porto)
http://www.myspace.com/video/vid/107325817#pm_cmp=vid_OEV_P_P
Fonte: Myspace
Diogo Salomão ( Sporting CP)
Fonte: Youtube
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Os golos da jornada
Fonte: Youtube
Lionel Messi
Fonte: Youtube
Angel Di Maria
Fonte: Youtube
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
As incompreensíveis decisões da FIFA
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Barcelona - Real Madrid: Dois estilos, uma grande vitória
Do lado do Real Madrid a filosofia de jogo é diferente. Mourinho dá principal atenção à forma como as suas equipas defendem. Existe, no entanto, uma diferença entre montar uma equipa para defender e atribuir-lhe o rótulo de equipa defensiva. O que interessa para Mourinho é que todos defendam. O processo ofensivo já, por sua vez, está entregue a menos jogadores, defender com dez e atacar com cinco, esta é a essência das equipas de Mourinho.
É por isso fácil explicar o que aconteceu, ontem à noite, em Camp Nou. O Real Madrid nunca conseguiu fechar os espaços à equipa catalã. Foi um Real Madrid demasiado permissivo na pressão ao Barcelona que se apresentou ontem em Barcelona. Quando tal acontece é fácil perceber que, contra o Barcelona, as coisas só podem acabar mal. Perante uma equipa, com a qualidade técnica e táctica, do Barcelona é fundamental saber ocupar os espaços no relvado. A posse de bola do Barcelona desmontou uma já mal posicionada equipa do Real Madrid. O Barcelona foi claramente uma equipa fantástica nas mais variadas vertentes do jogo, a própria atitude de José Mourinho no banco, na segunda parte, diz tudo sobre a forma como as coisas estavam a correr para a sua equipa.
Uma palavra final para a atitude de José Mourinho e Pep Guardiola, no final do encontro. São de louvar as palavras dos dois treinadores em relação ao que se passou em campo. Mourinho foi simples e conciso na análise do jogo. Na conferência de imprensa, o treinador merengue afirmou que o Real Madrid foi uma equipa que jogou mal perante um Barcelona que jogou na plenitude, o Real Madrid, para José Mourinho, não ganhou porque simplesmente não foi suficientemente bom para ganhar. Guardiola, por seu lado, mostrou grande humildade ao afirmar que era fácil, após uma vitória de cinco bolas à zero, dizer que o Barcelona era muito melhor, mas que esta análise não corresponde à verdade.
Acho que a análise ao jogo de treinadores conceituados, como são Mourinho e Guardiola, deve ser um exemplo para muitos treinadores em Portugal. Muitas vezes prefere-se ir por caminhos como o desempenho do árbitro ou a falta de sorte para justificar derrotas que, no fundo, são muito simples de explicar: a outra equipa foi simplesmente melhor!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
O Jogo da Jornada
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Vitória do Porto ou derrota de Jesus?
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
O novo Benfica
O jogo de ontem da Liga dos Campeões, entre o Benfica e o Lyon, acabou com uma derrota da equipa portuguesa. Esta já é a sexta derrota, esta época, da equipa orientada por Jorge Jesus. Qualquer semelhança com o Benfica campeão a época passada é pura ilusão. Este Benfica é diferente, e para pior. Em Lyon, viram-se, mais uma vez, algumas das fragilidades que parecem acompanhar a equipa portuguesa, em alguns jogos, esta temporada. O Benfica que jogou ontem em Lyon, foi sempre uma equipa desinspirada, com falta de concentração e, principalmente, com grande desorientação. Parece faltar, esta época, muita coisa ao Benfica. É verdade que Ramires e Di Maria eram importantes na estrutura do clube da Luz, mas as ausências dos dois jogadores, entretanto contratados pelo Chelsea e o Real Madrid, não podem explicar a tão grande diferença de qualidade apresentada no futebol dos encarnados.
Fazendo uma análise da temporada, até agora decorrida, percebemos que alguns jogadores parecem estar, claramente, em quebra de forma. Começando pela posição do guarda-redes. Roberto parece, finalmente, ter encontrado a tranquilidade necessária para demonstrar a qualidade que levou os dirigentes do Benfica a avançarem para a sua contratação. Se o guarda-redes parece ser um problema do passado, já a defesa não tem conseguido mostrar a segurança de outros tempos. Do quarteto defensivo, normalmente titular, Luisão e Fábio Coentrão são os jogadores em melhor plano. Por seu lado, David Luiz está a anos-luz do jogador preponderante da temporada anterior. Falta de concentração, abordagem infantil a alguns lances, são alguns dos problemas apontados ao internacional canarinho.
No meio campo, Javi Garcia parece sentir muito a falta de Ramires ao seu lado. O exemplo perfeito dessa afirmação foi dado ontem em Lyon. O jogador espanhol deixou sempre muito espaços nas suas costas, dando assim a Pjanic e Gourcuff muita liberdade de movimentos. Carlos Martins e Pablo Aimar são os jogadores que aparentam estar em melhor forma no meio campo do campeão português.
O que parece também ter falhado foi a preparação da pré-época. De todas as contratações, somente Nicolas Gaitan é aquele que joga com mais regularidade. Como se viu ontem em Lyon, são grandes as oscilações de rendimento do jovem jogador argentino. Gaitan tem tido alguma dificuldade em jogar nas zonas laterais do meio campo, tendo efectuado o seu melhor jogo pelo Benfica contra o Arouca, jogo em que ocupou posições mais centrais no meio campo encarnado.
Jorge Jesus demora a entender que este Benfica já não é o mesmo do da época passada e continua a insistir num discurso demasiado positivista. O treinador encarnado parece ter alguma dificuldade em admitir que em certos jogos a equipa encarnada não consegue, simplesmente, entrar no jogo. O jogo, de ontem, com o Lyon é paradigmático e contradiz muito daquilo que o treinador encarnado disse, antes da partida, na conferência de imprensa, em que afirmava que poucas equipas jogavam como a equipa encarnada. Tal afirmação parece demonstrar que o treinador encarnado ainda pensa, e muito, na equipa campeã do ano passado. Esta época há um novo Benfica e, por muito que Jesus não o queira admitir, em 12 jogos já são 6 as derrotas, este novo Benfica não é melhor.